domingo, 19 de junho de 2016

Os 7 pecados capitais e seus demônios

Os conceitos incorporados no que se conhece hoje como os sete pecados capitais trata-se de uma classificação de condições humanas conhecidas atualmente como vícios que é muito antiga e que precede ao surgimento do cristianismo mas que foi usada mais tarde pelo catolicismo com o intuito de controlar, educar, e proteger os seguidores, de forma a compreender e controlar os instintos básicos do ser humano.
Igreja Católica classificou e selecionou os pecados da seguinte forma: a tríplice concupiscência que é a raiz dos pecados capitais; pecados capitais que são os pais dos outros vícios; pecados veniais que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão e os pecados mortais que são merecedores de condenação por ferirem os dez mandamentos de Deus[1] . A partir de inícios do século XIV a popularidade dos sete pecados capitais entre artistas da época resultou numa popularização e mistura com a cultura humana no mundo inteiro.

Gula

A gula é o desejo insaciável por comida e bebida. A pessoa que comete este pecado vai diretamente para o inferno. Segundo tal visão, a gula também está relacionada com o egoísmo humano: querer adquirir sempre mais e mais, não se contentando com o que já tem, uma forma de cobiça. A gula seria controlada pelo recurso à virtude da temperança.

AvarezaEditar

A avareza ou ganância é o apego excessivo e descontrolado aos bens materiais e ao dinheiro.Pois o avarento prefere os bens materiai ao convívio com Deus. Neste sentido, o pecado da avareza conduz à idolatria, que significa tratar como se fosse Deus algo que não o é. É considerado o pecado mais tolo, por se firmar em possibilidades.

LuxúriaEditar

A luxúria é o desejo passional e egoísta por todo o prazer corporal e material. A luxúria é definida, por vezes, como desejo perante o prazer sexual mal administrado, embora incorpore outros tipos de desejo, como o da comida, o da bebida e o da superioridade em relação aos demais. Por este entender, a luxúria está também bastante relacionada com a gula, a soberba e a avareza, pois, através de ambas, o pecador deseja adquirir o prazer. Também pode ser entendida em seu sentido original: “deixar-se dominar pelas paixões”.

IraEditar

Conhecida também por cólera, é o sentimento humano de externar raiva e ódio por alguma coisa ou alguém. É o forte desejo de causar mal a outrem e um dos grandes responsáveis pela maior parte dos conflitos humanos no transcorrer das gerações.

InvejaEditar

A inveja (do latim invidia'é o desejo exagerado por posses, status, habilidades e tudo que outra pessoa tem e consegue. É considerada pecado porque uma pessoa invejosa ignora suas próprias bênçãos e prioriza o status de outra pessoa no lugar do próprio crescimento espiritual. O invejoso ignora tudo com que foi abençoado e que possui, para cobiçar o que é do próximo.
A inveja é frequentemente confundida com o pecado capital da avareza, um desejo por riqueza material que pode ou não pertencer a outrem. Na forma de ciúme, a inveja é proibida pelos Dez Mandamentos da Bíblia.

PreguiçaEditar

Do latim acedia. A pessoa com este pecado capital é caracterizada pela igreja Católica como alguém que vive em estado de falta de capricho, de esmero, de empenho, em negligência, desleixo, morosidade, lentidão e moleza, de causa orgânica ou psíquica, que a leva a uma inatividade acentuada.

SoberbaEditar

A soberba (do latim superbia) é conhecida também como vaidade ou orgulho. Está associada a orgulho excessivo, arrogância e vaidade.
Em paralelo, segundo o teólogo SãoTomás de Aquino, soberba era um pecado tão grande que ficava fora de série, devendo ser tratada em separado dos restantes pecados e merecendo atenção especial. Aquino tratava a questão da vaidade como sendo um pecado em separado, mas a Igreja Católica decidiu unir a vaidade à soberba, acreditando que neles havia um mesmo componente de vanglória, o que levaria ao seu estudo e ao seu tratamento conjuntos.

Comparação com os Demônios
Em 1589, Peter Binsfeld comparou cada um dos pecados capitais com seus respectivos demônios seguindo os significados mais usados. De acordo com Binsfeld's Classification of Demons, esta comparação segue o e
Em 1589Peter Binsfeld comparou cada um dos pecados capitais com seus respectivos demônios seguindo os significados mais usados. De acordo com Binsfeld's Classification of Demons, esta comparação segue o esquema:

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