terça-feira, 28 de junho de 2016

Phineas e ferb - História real ! Descubra a verdade sobre a história nada feliz! Bem diferente do que você já viu na TV.
 

"No ano de 1993 em uma casa humilde, viveu uma garota chamada Candace Flynn, que tinha esquizofrenia. Quando Candace era apenas uma criança, seus pais se divorciaram, deixando aos cuidados da sua mãe que nunca foi de dar muita atenção a ela.

Ao nascer seu irmão Phineas, que sofre de hiperatividade e Ferb seu meio-irmão, que nasceu com um caso grave de retardo mental, que entre outras coisas o impede de falar, as coisas foram de mal a pior para o desenvolvimento de Candace, fora a sua imaginação... a jovem sempre imaginava seus irmãos construindo “coisas” e vivendo grandes aventuras. Durando o dia, Candace dizia a sua mãe sobre “as grandes aventuras que seus irmãos viviam” e é claro que a mãe da jovem não via nada.
    
Preocupada com isso, a mãe vai para um especialista, o psiquiatra Heinz Doofenshmirtz, que deu remédios fortes para Candace tomar; com esses medicamentos psiquiátricos que foram destinados para acalmar a jovem, só pioraram e isso levou a um vício crescente que a introduziu a experimentar drogas mais pesadas a cada vez mais.
   
A garota, cansada de que ninguém acreditava que suas histórias sobre os seus irmãos fossem reais, decide escrever em um diário tudo que acontecia na vida dos seus irmãos... Nas suas criações e aventuras. Em 2007, Candace Flynn, de 14 anos é encontrada morta em seu quarto, juntamente com uma nota de suicídio escrita na última página de seu diário; de acordo com médicos legistas, Candace morreu de uma overdose intencional de várias drogas. Até o final de 2007, a mãe de Candace aflita com tudo, decide vender essa história (que estava no diário), para o Disney Channel, que mostra interesse na compra e em 01 de fevereiro de 2008, uma história distorcida e reforçada chamada de "Phineas e Ferb" estreia mundialmente e é adorado por todos, que sem saberem a  verdade passam horas na frente da TV assistindo essa doce história feliz."


quinta-feira, 23 de junho de 2016




Ninguém sabe porque elas começam, nem quem as contam pela primeira vez, mas o fato é que lendas simplesmente surgem e vão passando de boca-em-boca, especialmente se forem sinistras. No Brasil, como você já deve ter escutado por aí, existem muitos casos como esses, que tratam sobre as mais variadas espécies de histórias, capazes de dar arrepios, mesmo quando se sabe que não é verdade.
Conheça, abaixo, alguma dessas lendas urbanas que tiraram o sono das crianças, preocuparam os adultos durante um tempo e que, no final das contas, jamais foram completamente explicadas:
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1. Chupa-cabra

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Depois de misteriosos ataques a animais em diversas regiões da América, como Porto Rico, Flórida, Nicarágua, Chile, México e, claro, do Brasil. A lenda – que surgiu em meados da década de 90 – tratava sobre um animal sinistro que matava cabras a dentadas no pescoço.
O mais macabro sobre esses animais que eram encontrados mortos, era a completa ausência de sangue em seus corpos… pelo menos era isso que contavam sobre o chupa-cabra. Muitos dizem que o tal “bichão” se tratava de um lobo do mato ou algo assim, mas a verdade é que até hoje não há explicações convincentes sobre que tipo de bicho poderia ter feito tudo isso.

2. O Arranca-línguas

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Muito contada em Goiás, especialmente na região do Rio Araguaia, essa lenda trata sobre um ser maior que um gorila, que se alimenta com nada menos que línguas! E pior que o monstro é eclético: as línguas podem ser de bois, cavalos, cabras ou mesmo de gente. Conforme contam, o Arranca-línguas costuma atacar as vítimas à noite.

3. Loira do banheiro

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Essa, como todo mundo sabe, é um conjunto de histórias que formam a lenda, contada de diversas formas, dependendo da região do país. Dizem que os boatos sobre a tal mulher tiveram início nos Estados Unidos, onde ela é recebe um nome mais glamouroso: “Bloody Mary” (Maria Sangrenta). Segundo contam, a tal loira vivia nos banheiros de um colégio e para invocá-la era preciso dar três vezes a descargas da privada, bater na porta três vezes e só então chamar seu nome.

4. Procissão das almas

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Dizem que velha vivia sozinha nessa “quebradas” do Brasil e passava boa parte do tempo olhando a rua pela janela, bem ao costume interiorano. Um “belo” dia, no entanto, ela viu uma procissão passando. Segundo a lenda, tinha um monte de pessoas caminhando com roupas brancas e velas nas mãos.
A velhinha ficou encabulada com aquilo porque, como sabia, não era dia de procissão. Ela estava justamente pensando sobre isso quando uma das pessoas que vestiam camisolas parou e lhe entregou uma vela, pedindo que a guardasse porque estaria de volta no outro dia, para buscá-la. Sem desconfiar de nada, a senhora fez o que lhe pediram e foi dormir. No outro dia, ao acordar, viu que no lugar da vela estava apenas o osso de uma pessoa adulta e de uma criança.

5. Velho do saco

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Essa aqui já fez muito baixinho chorar de medo! Isso porque, como reza a lenda, um velho com um saco vive capturando crianças que andam sem a companhia de um adulto. Há ainda quem complete a história, dizendo que os que são pegos pelo velho acabam virando sabão e botões!.

6. Lenda do Opala Preto

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Para essa aqui existem duas versões muito conhecidas: a primeira conta que um tal Ubiratã Carlos de Jesus Chavez, conhecido bandido do Rio de Janeiro na década de 70, usava um antigo Opala em suas fugas. Certa vez, no entanto, ele entrou em um túnel, bateu o carro, mas não sobreviveu. Mesmo assim, há quem diga que o Opala preto continuava “vivo” e perseguia outros carros que entravam no túnel a noite.
Já, a segunda versão da história diz que um Opala preto estava sequestrando crianças em bairros da zona sul, retirando seus órgãos e vendendo. Para atrair as crianças, o motorista do carro oferecia pirulitos e doces. Essa, aliás, é a parte mais conhecida da historia e, felizmente, a mais próxima da realidade.

7. A Fantasma Caroneira

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Essa lenda também é conhecida fora do país. Na versão brasileira, que é a que vamos tratar aqui, uma garota pede um táxi próximo a um cemitério e pede para dar uma volta pela cidade e retornar ao mesmo lugar onde estava. Assim é feito, mas so final da corrida, o taxista é instruído para ir receber seu pagamento na casa dos pais da garota. Inocente, o homem segue o caminho indicado, muito embora fique sabendo que a tal menina que havia entrado em seu carro já não estava mais entre os vivos.

8. A gangue do palhaço

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Dizem que, na década de 60, um homem fantasiado de palhaço aterrorizou os Estados Unidos, saindo às ruas para matar crianças. Não se sabe porque, mas só em 1990 um famoso jornal de São Paulo resolveu escrever sobre o caso. A consequência disso foi uma espécie de histeria coletiva em Osasco, onde as pessoas não paravam de comentar o boatos de que um palhaço assassino estava solto por lá.
A lenda acabou se espalhando por todo o estado, embora não houvessem provas de que o caso fosse real. No final das contas, as pessoas já não contavam mais sobre um só matador, mas sobre uma gangue inteira de assassino de criancinhas vestidos como os famosos personagens dos circos, que andava por aí em um Komb azul, prontos para arrancar os órgãos dos pequenos.

Filmes que são considerados amaldiçoados

9 filmes que são considerados amaldiçoados



1. O homem que matou Dom Quixote

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Esse filme abre a lista dos mais azarados do mundo. Sua produção foi iniciada no ano 2000, mas até hoje não foi concluída. Isso porque milhares de coisas ruins aconteceram esse período de tempo, desde doenças de atores, cortes no orçamento, até fenômenos naturais que atrapalharam o lançamento.

2. Matrix Reloaded

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Apesar do sucesso que a franquia tem, esse não foi o filme mais sortudo que tiveram. Duas de suas atrizes morreram no período de gravação. A primeira foi Gloria Foster, que fazia o Oráculo. A segunda foi a cantora e atriz Aaliyah.
Além disso, o ator Keanu Reeves sofreu um acidente de moto, se machucou durante as filmagens e teve problemas familiares. Tudo isso colaborou para atrasar as gravações, que muitas vezes precisaram ser suspensas.

3. Batman: o Cavaleiro das Trevas

Dark Knight, The
Em 2008, a morte do ator Heath Ledger – deu vida ao vilão Coringa – foi o fator decisivo para que esse filme entrasse para nossa lista. Mas essa não foi a única tragédia envolvendo essa produção. No mesmo ano, conforme a imprensa, um técnico morreu em um acidente, enquanto o ator Morgan Freeman também sofreu um acidente de carro.

4. A profecia

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Sobre a reencarnação do Anticristo em um corpo de criança, o primeiro filme da série A Profecia foi lançado em 1976. Apesar de ter saído do papel, o projeto contou vários problemas: o filho do ator Gregory Peck morreu pouco antes das filmagens, o ator David Warner ficou muito doente durante as gravações e um técnico sofreu um grave acidente no set, mas sobreviveu.

5. A Paixão de Cristo

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Jim Caviezel, ator que protagonizou o filme, incrivelmente foi atingido por dois raios. Mas não foi só isso: o assistente de produção, Jan Michelini, também acabou sendo atingido por outro raio.

6. O fenômeno

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Lançada na década de 80, O fenômeno faz parte de uma trilogia de bastante sucesso. Acontece, no entanto, que quatro de seus atores morreram, misteriosamente, pouco depois do lançamento dos filmes.

7. Horror em Amityville

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O filme de terror, lançado no final da década de 80, também entra para o “hall” das produções azaradas. Segundo contam, na época das gravações, o ator James Brolin disse ter presenciado coisas estranhas enquanto lia o roteiro, como objetos que caíam no chão e que se moviam.

8. O bebê de Rosemary

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Lançado em 1968, o filmes conta com muitos motivos para ser um filme assustador, mas a fama de amaldiçoado veio mesmo da tragédia que aconteceu um ano depois, na casa do diretor Roman Polanski. Sua esposa, que estava grávida, foi assassinada, junto com mais quatro pessoas. Os assassinos eram seguidores de Charles Manson.

9. A invocação do mal

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Como se não bastasse sua história arrepiante, as gravações do longa foram tensas. Pelo menos com relação aos bastidores. Isso porque um incêndio no hotel onde estava a equipe fez com que todos saírem às pressas no meio da noite. Além disso, vários atores alegaram sentir uma energia ruim ao lerem seus textos e se recusavam a levar o roteiro para casa.
25 Lugares Assombrados em São Paulo


Teatro Amazonas – Manaus (AM)

Uma galera diz que é possível ver vultos e ouvir vozes nos camarins e camarotes do Teatro Amazonas. Inclusive, funcionários relataram que vários objetos desapareciam e apareciam em lugares que ninguém conseguia explicar. As pessoas ficavam com tanto medo que muita gente abandonou o trabalho.

Mercado Modelo – Salvador (BA)

Quem é de Salvador ou já visitou a cidade certamente foi até o Mercado Modelo, mas o que você não sabia é que o lugar é assombrado. As pessoas que trabalham lá dizem que gritos e pedidos de socorro são ouvidos constantemente nos túneis que foram construídos para armazenar bebidas no subsolo do Mercado. Um pessoal diz que escravos vindos da África ficavam trancafiados alí e por isso o local é mal assombrado.

Penitenciária de Cariri - Juazeiro do Norte (CE)

A central de monitoramento da Penitenciária Industrial e Regional do Cariri, registrou a presença de um fantasma no local e presos e funcionários do presidio afirmam ver abrir e fechar portas e janelas, ouvir som de passos e choro de lamentação. Dizem que esses choros são das mulheres que foram mortas pelos assassinos encarcerados.

Árvore Gameleira – Rio Branco (AC)

Gameleira é uma árvore centenária que fica na Rua da Cunha Matos, em Rio Branco, no Acre. Ela é conhecida por ter sido o ponto de apoio do acampamento de Neutel Maia logo quando chegou no local. Mais tarde, Neutel viria ser o  fundador da cidade. Muita gente diz que já viu o vulto do cara rondando o lugar. Será?

Serra dos Dois Irmãos – Viçosa (AL)

Durante o período colonial foi o último dos líderes do Quilombo dos Palmares, com ele não tinha conversa quando o assunto era ser submisso à Coroa Portuguesa. Zumbi foi morto no dia 20 de novembro de 1695, na cachoeira Serra dos Dois Irmãos e reza a lenda que é possível ouvir o som dos tiros desse dia.

Pedra do Guindaste – Macapá (AP)

Em homenagem aos mortos no naufrágio de um navio que rolou nos anos 40, um monumento foi erguido ao lado do Trapiche Eliezer Levy, em Macapá. A “Pedra do Guindaste”, como é conhecida, leva uma imagem de São José e, rola a história que se tirarem aquele bloco de concreto dalí as águas irão invadir a cidade inteira. A história não para por aí. A assombração de uma mulher que morreu afogada no acidente aparece nas redondezas durante a noite.

Dom Bosco – Brasília (DF)

Os candangos foram responsáveis pela construção de Brasília e há quem diga os espíritos dessas pessoas aparecem a torto e a direito pela cidade. Dizem que no monumento Ermida Dom Bosco,  já foi visto o vulto de um padre com batina que poderia ser o próprio sacerdote Dom Bosco. Eu hein!

Fantasma do Frei - Vila Velha (ES)

O frei Pedro Palácios viveu por muitos anos no Convento da Penha. Palácios teria ajudado várias pessoas e até feito voto de pobreza. Pessoas que circulam perto ou visitam o convento dizem ver o vulto de um homem passeando por lá.

O cavaleiro de Jaraguá – Jaraguá (GO)

Diz que, na cidade de Jaraguá, existe uma casa mal assombrada na rua das Flores. Segundo os moradores, não só da casa, como do quarteirão, durante a noite ouve-se o barulho de um cavalo marchando e o tilintar de suas esporas. Alguns relatam que já viram um cavaleiro com trajes antigos sobre o tal cavalo dentro da casa.

Fazenda Capão Bonito – Sirolândia (MS)

Localizada em Sidrolândia, quem já passou pela fazenda afirma que lá é possível ouvir barulhos estranhos na cozinha e, se você for uma pessoa de muita sensibilidade, vai escutar gemidos. Segundo relatos, em 1935, uma jovem teria se suicidado dentro da casa e sua alma paira por lá desde então.

Rainha do Maranhão - São Luís (MA)

Ana Jansen foi uma mulher poderosa que viveu entre 1793 e 1869. Ana nasceu em uma família miserável, mas quando cresceu se casou com um ricaço. Rola uma história que ela fazia muitas crueldades com seus escravos e os largavam em dentro um poço onde agonizavam até a morte. Muitos afirmam que depois de sua morte, o vulto de uma mulher em uma carruagem é visto perto da Praia Grande.

Ana Maria do Couto - Cuiabá (MT)

Nos anos 40, Ana Maria do Couto era conhecida por ser uma mulher de pulso forte e por seu desempenho na política e comunicação. Ana era extremamente dedicada ao esporte, mas em 1970 foi vitima de câncer e sofreu demais com a doença. Depois de sua morte, as pessoas começaram a ouvir gritos de dor na calçada de sua casa e no ginasio da cidade. Medo!

Cidade fantasma - Fordlândia (PA)

Henry Ford foi um dos maiores empreendedores da história e em 1920 ele comprou algumas terras às margens do Rio Tapajós. Sua ideia era iniciar uma plantação de seringueiras para a produção de borracha. Entretanto, depois do fim da 2° Guerra Mundial, Ford desistiu do projeto. Mas por algum motivo essas terras são assombradas e muito moradores das redondezas morrem de medo de passar por perto.

Cachoeira de Angahy Pequeno – Aiuruoca (MG)

Os habitantes da ínfima cidade de Aiuruoca afirmam que, ao se aproximar do local da cachoeira Angahy, barulhos típicos de trabalho braçal começam a ser ouvidos. Dizem que, na cachoeira em si, pessoas já sentiram empurrões que vieram do nada. Antigamente, ali nas proximidades do lugar, existiu uma fazenda que utilizava escravos como mão de obra e a crença é de que sejam os fantasmas escravizados causando tudo isso.

Casa em Buriti dos Lopes – Buriti dos Lopes (PI)

A casa simplória da rua Tiradentes, em Buriti dos Lopes, pode ser considerado um caso de Poltergeist. Dizem que o lugar é habitado por uma senhora idosa que já perdeu quase todos os seus bens que voam do nada pela casa e se quebram. Alguns moradores da rua afirmam já terem visto copos voando e quebrando até na calçada. Além de esquisito, é meio perigoso estar caminhando tranquilamente pela rua e levar uma copada do além na cabeça, né?

Forum Criminal de Porto Velho – (RO)

O fórum está em pleno funcionamento e, segundo os funcionários que trabalham lá, é possível perceber e até ver os fantasmas que habitam por lá. Durante a noite, quando tudo fica mais silencioso e calmo é quando eles costumam aparecer. Diz que um rapaz assassinado lá dentro do fórum aparece no banheiro às vezes. Bom que a aparição acontece num lugar de fazer xixi mesmo...

Igreja de Comandaroba – Comandaroba (SE)

Construída no século XVIII, a igreja abriga túmulos expostos das pessoas – já que na época era comum enterrar os defuntos em igrejas. Dizem que nos fundos da construção, existe um pequeno cemitério onde se ouvem vozes, passos e barulho de água caindo no chão – sem que exista um ser ou uma torneira sequer por ali. Uma das pessoas que cuida da igreja e dorme por lá disse que já sentiu que estava sendo sufocada, por mãos humanas, durante a noite. Deusulivreguarde.

As caixeiras da Pedra do Divino – Itaguatins (TO)

A Pedra do Divino fica na cidade de Itaguatins e, como de costume, todo ano acontece a festa do Divino. Durante a celebração, existe um momento de pausa e silêncio para que sejam ouvidas as batidas de tambor provindas da Pedra, que fica no meio de um rio onde é quase impossível de se chegar. Na época do garimpo, um barco que transportava pessoas para a Festa do Divino naufragou ali, na rocha, matando todos a bordo. Acredita-se que as almas destas pessoas produzem o barulho e participam da festa do outro lado – dos mortos.

Teatro Santa Roza - João Pessoa (PB)

Muitos dizem que o terreno onde foi construído o Teatro Santa Roza, em João Pessoa é amaldiçoado. Antigamente, bem antes da construção, em 1889, as pessoas eram levadas para serem assassinadas e enterradas lá. Acontece que desde então, o povo diz que direto presenciam portas e janelas abrirem e também percebem o movimento de vultos no pelo lugar.

Museu do Primeiro Reinado – Rio de Janeiroa (RJ)

O casarão que abrigou Domitila de Castro e logo depois a Marquesa de Santos é conhecido também por ser um lugar que assombra as pessoas. Rola o boato que quem visita a casa e passa pelos ambientes de lá não se sente tão confortável. Apesar de não existir nenhum relato de que existem assombrações no local, muita gente sente algo esquisito quando coloca o pé ali.

Lampião – Mossoró (RN)

Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião, juntou um bando e  foi pra cima dos moradores para ocupar Mossóro. Mas, os habitantes da terra defenderam suas propriedades com unhas e dentes deixando o cangaceiro chupando dedo. O Museu da Resistência, que fica na Av. Rio Branco, foi criado em memoria a essa invasão, que ocorreu em 1927. Lampião nunca engoliu a derrota e até hoje assombram os moradores da cidade.

Bento Gonçalves - Triunfo (RS)

Todo tipo de armamento e vários objetos utilizados durante a Guerra dos Farrapos hoje estão expostos no museu Bento Gonçalves, em Triunfo. Como o museu antes era a casa de Bento Gonçalves, muitos afirmam que o espirito do militar e de suas tropas zanzam pelos ambientes do local.

Pajé - Serra do Tepequem (RR)

Muitas terras espalhadas pelo Brasil foram ocupadas por índios e em Roraima não foi diferente. Tem uma história que certa vez um pajé ianomâmi ficou muito louco e foi deserdado por sua tribo e largou ele sozinho no meio da mata. Ele é conhecido por assombrar as pessoas que passam próximo a área onde era a tribo.

O cemitério dos Caboclos – Maringá (PR)

O cemitério em questão fica no município de Paiçandu, região metropolitana de Maringá. Na verdade, o cemitério se trata de um muro em círculo, formado por pedras, com uma capela, um monumento e uma cruz no centro. Acredita-se que, entre 1930 e 1950, os caboclos das redondezas eram enterrados ali. Muitos motoristas que passaram por lá afirmam terem visto vultos vagando pela rodovia que sumiam no reflexo do retrovisor – o que pode ter distraído diversas pessoas e explicar os diversos acidentes que acontecem por lá.

Porto de São Francisco - Balneário de Capri (SC)


O Porto, construído por D. Pedro II, também é conhecido por ter abrigado uma série de leprosos que vinham de todas as partes do Brasil. Dizem que essas pessoas viviam em condições sub-humanas e muitos desses doentes falavam para os habitantes dali que mais tarde viriam para assombrar o local. Adivinha?

Assombração da Cruz do Patrão – Recife (PE)


Corre a boca pequena que o monumento da Cruz do Patrão é o mais assombrado de todo o Pernambuco. O pequeno obelisco com uma cruz no topo foi criado no século XVIII e servia de referência para os navios. Segundo a historia local, na época da escravidão, os negros que desembarcavam por ali usavam o pé do monumento para fazerem rituais de magia negra e vodu. Ali também foi encontrado um cemitério clandestino onde eram enterrados os “passageiros” mortos em alto mar e militares condenados ao fuzilamento. A crença é que todas estas almas permanecem no lugar para se vingar, já que morreram assassinadas.

Castelinho da Rua Apa – São Paulo (SP) 
Em maio de 1937, um suposto tiroteio no castelinho da rua Apa chacinou uma família – a mãe e os dois irmãos. Até hoje, o caso é uma incógnita e muita gente não engoliu a historia do duplo homicídio seguido de suicídio. A partir de então, o castelinho ficou abandonado em poder do governo. Pessoas que passaram por lá dizem que existe uma energia muito forte ali dentro e alguns já viram um homem de preto parado na janela. Seria um dos irmãos?
Lugares assombrados em São Paulo


Castelinho da Rua Apa

O Castelinho da Rua Apa é uma casa abandonada na cidade de São Paulo que, em maio de 1937, foi palco de um assassinato envolvendo Álvaro Reis que matou seu irmão e sua mãe, tirando a própria vida em seguida. Entretanto, este rapaz teria sido encontrado com duas balas na cabeça, fato pouco comum em casos de suicídio. A polícia acredita que existiu uma quarta pessoa envolvida no crime, mas nada foi comprovado. Até hoje a casa é vista como mal assombrada e o crime nunca foi resolvido.

(Créditos: Reprodução)

Castelinho da Rua Apa

Endereço: Rua Apa, 236
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Edificio Joelma

Em fevereiro de 1974 aconteceu um incêndio no Edificio Joelma que ocasionou 179 mortes e 300 feridos. Uma das tragédias que mais impressionou foi o fato conhecido como Mistério das Treze Almas. Na hora do incêndio, 13 pessoas tentaram escapar por um elevador, mas não obtiveram sucesso, morrendo carbonizadas. Devido ao estado dos cadáveres, os corpos não foram identificados. Todos foram enterrados lado a lado no Cemitério São Pedro.

(Créditos: Reprodução)

Edíficio Joelma

Endereço: Avenida Nove de Julho, 225
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Edifício Martinelli

Entre 1947 e 1960, dois assassinatos aconteceram no local - no primeiro, um menino foi estrangulado e jogado no poço do elevador por um assassino chamado Meia Noite. No segundo, cinco bandidos estupraram e mataram a menor Márcia Tereza em um dos apartamentos. Existe também uma lenda de que uma mulher loira e sem rosto caminha pelo prédio durante a noite. Também há relatos de portas de armários que batem sem uma explicação lógica.

(Créditos: Reprodução)

Edifício Martinelli

Endereço: Avenida São João, 35, Próx. ao Metrô São Bento
Como chegar >
Telefone:(11) 3104-2477 

Capela dos Aflitos

Localizado no bairro da Liberdade, a capela foi construída no primeiro cemitério público da cidade – Cemitério dos Aflitos -, onde eram enterrados criminosos, escravos doentes e indigentes. Próximo a ela, onde é a atual Praça da Liberdade, ficava a forca da cidade de São Paulo. Nela aconteceu o enforcamento do soldado Francisco José das Chagas, o "Chaguinha". Em sua execução a corda rompeu duas vezes e o público que assistia atribuiu isso como "milagre”. Seria um milagre, mesmo? Há rumores de ruídos estranhos e fantasmas nos depósitos entre os moradores próximos a casa.

(Créditos: Reprodução)

Capela dos Aflitos

Endereço: Rua dos Aflitos, 70
Como chegar >

Theatro Municipal de São Paulo

Como todo teatro antigo, este também parece ter algo de macabro. Segundo crenças, os espíritos dos artistas que se apresentaram nos palcos do estabelecimento perambulam pelas dependências do local. Alguns vigias e funcionários que trabalham no período noturno dizem já terem visto luzes acenderem sozinhas, escutado o dedilhar no piano e percebido movimento nos camarins e no palco, enquanto o local está vazio.

(Créditos: Reprodução)

Theatro Municipal de São Paulo

Endereço: Praça Ramos de Azevedo, s/ nº
Como chegar >
Telefone:(11) 3397-0327 

Casa de Dona Yayá

O local abrigou durante mais de três decadas Sebastiana de Mello Freire, popularmente conhecida como Dona Yayá. Ela foi a única herdeira de uma das famílias mais ricas de seu tempo. Considerada louca na década de 1920, por decisão judicial, teve que se mudar para o casarão que ficava numa chácara isolada do centro da cidade. A construção foi adaptada para o seu tratamento psiquiátrico. Dona Yayá morreu em 1961, mas reza a lenda que seu espírito ainda paira sobre o local.

(Créditos: Reprodução)

Casa da Dona Yayá

Endereço: Rua Major Diogo, 353
Como chegar >
Telefone:9277-7361